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Diretor Médico do HRM concede entrevista sobre o caso Luandenysson e diz querer ouvir família da vítima

Dada a repercussão do caso Luandenysson em todo o estado de Alagoas, o portal Zona 10 procurou a equipe gestora do Hospital Regional da Zona da Mata, em União dos Palmares, para apurar os fatos e ouvir dos responsáveis pela administração deste importante aparelho público da região como se posicionam sobre a situação e como estão acompanhando os desdobramentos. Recebidos pela Diretora Geral, Marcelle Gomes, fomos conduzidos ao Diretor Médico, Fábio Barros, que nos concedeu uma breve entrevista a respeito do assunto.
O Diretor Médico afirma que a resposta do hospital já foi dada sobre o caso, ao afastar o profissional médico responsável e abrir sindicância para apurar internamente o que aconteceu, e que agora cabe ao Conselho de Medicina decidir o que vai ser feito com o profissional envolvido. Fábio reforça que, enquanto instituição de saúde, o HRM ficará ainda mais vigilante em relação às abordagens médicas daqui para a frente.
Ele comentou ainda que o HRM fez convite à família da vítima para ouvi-los sobre o caso e oferecer todo o suporte que eles precisam no momento, no que estiver ao alcance do HRM. “Estamos de portas abertas para recebe-los, já fiz o convite, inclusive, para escutar deles como foi o atendimento e as angustias deles, e darmos o suporte que for necessário, a gente fica triste do atendimento não ter evoluído da forma necessária, temos compromisso com a saúde”, enfatiza Fábio.
A família do jovem Luandenysson Santos Leite denunciou um médico do HRM por negligência. A família aponta que o entregador de lanches, de 24 anos, sofreu um acidente de moto e morreu após ter recebido alta médica sem sequer ter sido submetido a exames para checar a pancada na cabeça. "Ele estava com a clavícula quebrada. Não foi feito raio-x, não foi feita uma tomografia. Só [disseram no hospital] o aparelho [tomógrafo] está quebrado", relatou a tia do jovem, Geane Gomes, ao portal G1.
Desde declarações anteriores à imprensa, Fábio confirmou que o aparelho de tomografia estava quebrado, mas também continua ressaltando que o Estado possui uma rede de hospitais para dar assistência médica a seus pacientes. Ao Zona 10, ele explica que o paciente é estabilizado no HRM, mas a partir do momento que é preciso de um suporte que a rede hospitalar local não conta, a rede estadual oferece esse serviço, transporte, ambulância, “o que for preciso é viabilizado através da intervenção do estado”, afirma o médico.
Acusado de negligência hospitalar, o HRM anunciou o afastamento do médico responsável pelo atendimento de Luandenysson, que veio a óbito no domingo (25) após ser removido para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Além disso, a unidade hospitalar também deu início ao processo de sindicância para apurar os fatos ocorridos. Na quinta-feira (22), Luandenysson havia sido levado novamente ao HRM pelo Corpo de Bombeiros por ter apresentado sintomas de traumatismo craniano, mas foi transferido para o HGE, onde ficou entubado.
Confira a entrevista:

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